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Apoiada pelos EUA, María Corina anuncia retorno à Venezuela e cobra justiça internacional contra Maduro
Apoiada pelos EUA, María Corina anuncia retorno à Venezuela e cobra justiça internacional contra Maduro
Líder da oposição afirma que ditador responderá por crimes internacionais e defende transição democrática após ação norte-americana
Por: Redação
06/01/2026 às 08:02

Foto: Reprodução/X
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado anunciou que pretende retornar à Venezuela “o mais rápido possível” e reforçou o pedido de responsabilização internacional do ditador Nicolás Maduro, capturado recentemente em uma operação conduzida pelos Estados Unidos. A declaração foi feita em entrevistas à imprensa internacional e ocorre em meio ao avanço de investigações por narcoterrorismo, corrupção e crimes contra a humanidade atribuídos ao regime chavista.
María Corina afirmou que a prisão de Maduro marca um divisor de águas na história do país e destacou o papel decisivo dos EUA no enfrentamento de regimes autoritários ligados ao tráfico internacional de drogas. Segundo ela, Washington cumpriu o compromisso de fazer valer o Estado de Direito, após o ditador venezuelano se recusar sistematicamente a aceitar uma saída negociada.
Durante participação em um programa da Fox News, a opositora declarou que está pronta para reassumir o protagonismo político no país e liderar um processo de reconstrução institucional. Para María Corina, a queda do regime abre caminho para a posse de Edmundo González, reconhecido por entidades internacionais como o legítimo vencedor das eleições presidenciais de 2024.
A líder também direcionou duras críticas à cúpula chavista, em especial à presidente interina Delcy Rodríguez, a quem atribuiu responsabilidade direta por práticas de tortura, perseguição política, corrupção sistêmica e envolvimento com o narcotráfico. Segundo ela, o regime venezuelano se sustentou por anos com apoio de organizações criminosas e pela omissão de setores da comunidade internacional.
Em carta divulgada no dia da operação norte-americana, María Corina foi enfática ao afirmar que Maduro agora enfrenta a justiça internacional pelos crimes cometidos contra o povo venezuelano e contra cidadãos de outras nações. A opositora elogiou a postura firme do governo dos Estados Unidos, classificando a ação como legítima, necessária e amparada pelo combate global ao crime organizado.
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