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Jim Caviezel defende Bolsonaro e acusa Lula de tentar barrar exibição de filme no Brasil
Jim Caviezel defende Bolsonaro e acusa Lula de tentar barrar exibição de filme no Brasil
Por: Redação
08/11/2026 às 10:23

Foto: Reprodução: Redes sociais
O ator norte-americano Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme Dark Horse, acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tentar impedir a exibição da produção no Brasil. A declaração foi feita na sexta-feira (6), durante entrevista à jornalista Lara Logan.
“Eles tornaram ilegal que exibíssemos esse filme lá, antes das eleições. Agora, vão tentar impedir a exibição de uma vez por todas”, afirmou Caviezel. A declaração faz referência às iniciativas judiciais apresentadas por aliados do governo para barrar o lançamento do longa antes do período eleitoral.
Durante a entrevista, o ator contou que passou a pesquisar a trajetória de Bolsonaro depois de conhecer o projeto cinematográfico. Ele também relatou ter recebido críticas de pessoas próximas por aceitar interpretar o ex-presidente, a quem alguns de seus conhecidos classificaram negativamente.
Caviezel comparou a rejeição enfrentada por Bolsonaro àquela direcionada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo o ator, parte dos críticos reproduz opiniões sem conhecer os motivos pelos quais os dois políticos são contestados. Ele também fez críticas à situação política brasileira e afirmou que os cidadãos vivem sem liberdade.
Repercussão do filme
O protagonista afirmou que Dark Horse já foi exibido para grupos de brasileiros e norte-americanos nos Estados Unidos. De acordo com ele, a produção recebeu uma reação positiva do público, incluindo uma ovação de pé durante uma das apresentações.
Dirigido por Cyrus Nowrasteh, o filme retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado a faca sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora (MG). A produção também conta com a participação do ex-deputado federal Mário Frias.
A tentativa de impedir a exibição do longa já chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em maio deste ano, o grupo Prerrogativas e o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) acionaram a Corte, alegando que o filme poderia funcionar como propaganda eleitoral antecipada e pedindo a apuração de possíveis irregularidades no financiamento da produção.
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