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Milei rejeita diálogo com Lula sobre Venezuela e torce por vitória dos Bolsonaro em 2026
Milei rejeita diálogo com Lula sobre Venezuela e torce por vitória dos Bolsonaro em 2026
Por: Redação
12/01/2026 às 20:05

Foto: Reprodução
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que não pretende dialogar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a crise na Venezuela e declarou publicamente sua preferência pela vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições presidenciais brasileiras de 2026. A declaração foi feita durante entrevista concedida à imprensa internacional.
Questionado sobre a posição do Brasil diante do cenário venezuelano, Milei adotou um tom crítico ao governo Lula e disse não enxergar espaço para conversas diplomáticas sobre o tema. Segundo ele, há divergências profundas de visão política e ideológica, especialmente no que diz respeito ao tratamento dado aos regimes de esquerda na América Latina.
O presidente argentino também fez críticas ao que classificou como “socialismo do século 21” e afirmou que vê com mais simpatia projetos políticos ligados à família Bolsonaro. Ao mencionar o cenário eleitoral brasileiro, Milei declarou que prefere uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro como alternativa ao atual comando do país.
A manifestação gerou repercussão imediata no Brasil. Flávio Bolsonaro reagiu destacando afinidade com Milei em pautas como liberalismo econômico, defesa do mercado e redução da interferência do Estado. O senador sinalizou que, em um eventual novo governo alinhado ideologicamente, haveria espaço para uma parceria mais intensa entre Brasil e Argentina, especialmente nas áreas comercial e energética.
As declarações de Milei ocorrem em um momento de tensão diplomática entre os dois países, intensificada após episódios recentes envolvendo a crise venezuelana e posições divergentes adotadas por Brasília e Buenos Aires. Analistas avaliam que o posicionamento do presidente argentino reforça o distanciamento político entre os governos e antecipa o tom que pode marcar as relações regionais nos próximos anos.
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