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Carlos Bolsonaro expõe quadro de saúde do pai e alerta para risco de morte na prisão

Carlos Bolsonaro expõe quadro de saúde do pai e alerta para risco de morte na prisão

Vídeo divulgado nas redes mostra Jair Bolsonaro soluçando enquanto dorme; família denuncia agravamento clínico, falta de cuidados adequados e aponta prisão como fator de risco imediato

Por: Redação

12/12/2025 às 16:19

Imagem de Carlos Bolsonaro expõe quadro de saúde do pai e alerta para risco de morte na prisão

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) divulgou nesta sexta-feira (12) um vídeo nas redes sociais em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece soluçando de forma contínua enquanto dorme, na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde está preso desde 25 de novembro. A publicação reacendeu o debate sobre as condições de custódia do ex-chefe do Executivo e levantou alertas graves sobre seu estado de saúde.

Ao justificar a divulgação, Carlos afirmou que não pretendia tornar público um registro tão íntimo e doloroso, mas disse ter se sentido obrigado diante da gravidade da situação. Segundo ele, os episódios de soluço são reflexos diretos da facada sofrida por Bolsonaro em 2018, ataque cometido por um ex-integrante do PSol, e que deixou sequelas permanentes no sistema digestivo do ex-presidente.

No vídeo, Bolsonaro aparece deitado, usando fones de ouvido, aparentemente dormindo, mas ainda assim apresentando crises de soluço involuntárias. De acordo com o vereador, os registros foram feitos antes da prisão, mas revelam um quadro clínico que se agravou nos últimos meses e que exige acompanhamento médico constante.

Carlos Bolsonaro afirmou que o pai necessita de cuidados especiais 24 horas por dia e que sua condição vem piorando progressivamente. Segundo ele, há episódios mais graves do que os mostrados no vídeo, representando “risco real e imediato à vida” do ex-presidente. O vereador alertou ainda para a possibilidade de broncoaspiração causada pelo refluxo constante, o que poderia levar Bolsonaro à morte caso não haja monitoramento médico contínuo.

“Sem cuidados médicos permanentes, acompanhamento ininterrupto e um ambiente adequado, estamos diante de uma tragédia anunciada”, escreveu Carlos, responsabilizando a pressão psicológica e as condições da prisão pelo agravamento do quadro clínico.

Desde o atentado de 2018, Jair Bolsonaro passou por diversas cirurgias e procedimentos no intestino. A mais recente intervenção ocorreu em setembro, quando realizou a remoção de lesões na pele. Antes disso, em abril, passou por nova cirurgia abdominal, ambas conduzidas pelo médico Claudio Birolini.

Diante das manifestações da defesa, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal realize uma perícia médica oficial no prazo de até 15 dias. O objetivo é avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica imediata, conforme solicitado pelos advogados do ex-presidente.

O caso amplia a pressão sobre o Judiciário e o sistema prisional, em meio a críticas de aliados que classificam a prisão de Bolsonaro como arbitrária e incompatível com seu estado de saúde, reacendendo o debate sobre direitos humanos, dignidade do preso e limites da atuação do Estado.

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