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CASO MASTER E INSS: Eduardo Bolsonaro elogia atuação da PF em investigações, mas critica governo Lula
CASO MASTER E INSS: Eduardo Bolsonaro elogia atuação da PF em investigações, mas critica governo Lula
Ex-deputado afirma que avanços nos casos não teriam relação com o Planalto
Por: Redação
06/04/2026 às 08:59

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro avaliou positivamente a atuação da Polícia Federal (PF) nas investigações envolvendo o Banco Master e possíveis irregularidades no INSS, mas atribuiu o avanço das apurações a fatores externos, e não ao governo federal.
As investigações incluem medidas como quebras de sigilo fiscal e bancário do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Segundo Eduardo, a atuação recente da PF representa uma retomada de credibilidade da instituição.
“A Polícia Federal, com seu trabalho no caso do Banco Master, está resgatando a sua credibilidade. Muito ficou associado aquele destacamento da PF junto ao Alexandre de Moraes, algo que é uma bizarrice que você só vê no Brasil. Agora, com o caso do Banco Master e do INSS, isso está sendo resgatado”, afirmou.
Apesar do elogio à PF, o ex-parlamentar afirmou que o governo Lula não teria mérito no andamento das investigações.
“O governo sempre tem sua intenção política. Ele está pressionando muito o centro. Durante o governo Bolsonaro, a Polícia Federal tinha independência para fazer o que bem quisesse. Hoje, ela serve como instrumento político”, declarou.
Eduardo Bolsonaro também afirmou que a quebra de sigilo envolvendo Lulinha teria ocorrido por pressão política e popular.
“A questão da quebra de sigilo só ocorreu porque a CPI já estava em cima para quebrar e também porque existia muita pressão popular. Se assim não fosse, o Lulinha estaria livre, leve e solto para continuar cometendo seus crimes”, disse.
O ex-deputado criticou ainda a atuação da atual direção da Polícia Federal e mencionou influência externa sobre decisões da instituição.
Ele também rebateu declarações de parlamentares da base governista que apontam interferência no período do governo anterior, afirmando que houve restrições à nomeação de cargos estratégicos à época.
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