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Deputada do PL protocola pedido de prisão preventiva de Lulinha e Frei Chico na CPMI do INSS
Deputada do PL protocola pedido de prisão preventiva de Lulinha e Frei Chico na CPMI do INSS
Por: Redação
25/02/2026 às 19:39

Foto: Divulgação
Em novo capítulo das investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) protocolou, nesta quarta-feira (25), requerimentos para que a comissão solicite a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, e de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, respectivamente filho e irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A iniciativa ocorre no contexto dos trabalhos que apuram supostos esquemas de fraudes e descontos indevidos em benefícios previdenciários, alvo de investigações no Congresso Nacional.
No pedido endereçado à CPMI, a parlamentar mato-grossense destaca que, no caso de Lulinha, existiría um “risco concreto de fuga e de frustração da aplicação da lei penal”. A justificativa menciona notícias de que o filho do presidente teria viajado para Madri, na Espanha, onde vive atualmente, o que, segundo ela, dificultaria a atuação das autoridades brasileiras caso medidas cautelares não sejam impostas.
A deputada sustenta que sua saída do país em meio às investigações e as discussões sobre possíveis medidas — como tornozeleira eletrônica e retenção de passaporte — configurariam cenário de “perigo real de evasão”.
Para Frei Chico, que também está no centro das investigações, a parlamentar argumenta que há risco de “influência sobre testemunhas”, “destruição de provas” e continuidade de eventuais delitos. Com isso, defende que a prisão preventiva seria necessária para resguardar o andamento das apurações.
A CPMI do INSS foi instalada há meses para investigar fraudes relacionadas a descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas, um dos maiores escândalos recentes envolvendo a Previdência Social. Ao longo das apurações, parlamentares já haviam solicitado quebras de sigilo e depoimentos de investigados ligados ao esquema, assim como a inclusão de nomes ligados à família do presidente entre os alvos de diligências.
Dados divulgados em colaborações premiadas de ex-dirigentes do INSS indicam que o nome de Lulinha teria sido citado em delações relacionadas às supostas irregularidades, o que ampliou o foco das investigações sobre sua participação nos fatos sob escrutínio da comissão.
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