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Flávio Bolsonaro critica Lula, Moraes e Macron e diz que Brasil não vive democracia plena

Flávio Bolsonaro critica Lula, Moraes e Macron e diz que Brasil não vive democracia plena

Senador afirma haver perseguição política contra a oposição, aponta crise moral no país e defende renovação de lideranças no Brasil e na França

Por: Redação

10/02/2026 às 08:15

Imagem de Flávio Bolsonaro critica Lula, Moraes e Macron e diz que Brasil não vive democracia plena

Foto: Divulgação

Em entrevista ao vivo concedida à CNews na segunda-feira (9), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e ao presidente da França, Emmanuel Macron. Pré-candidato à Presidência da República, Flávio afirmou que o Brasil “não vive uma democracia plena” e associou decisões recentes do Judiciário a um ambiente de perseguição política contra a oposição.

Durante a entrevista, o senador concentrou críticas no Supremo Tribunal Federal e citou Moraes em diversas ocasiões. Na avaliação de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro teria sido condenado por “inimigos políticos”, o que, segundo ele, evidencia um processo de deterioração institucional no país.

Ao comentar investigações envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social, Flávio mencionou o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ao tratar de suspeitas de desvios de recursos previdenciários. Para o senador, o episódio revela uma “crise moral” que atinge o núcleo do poder.

“O Brasil passa hoje por graves acusações de roubo de aposentados do nosso sistema previdenciário, sendo que é acusado de desviar dinheiro o próprio filho do presidente Lula”, afirmou.

As investigações apuram eventuais ligações de Lulinha com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Em declaração recente, Lula afirmou que, caso haja comprovação de envolvimento do filho, ele deverá “pagar o preço”.

 

Críticas a Macron e agenda internacional

No campo internacional, Flávio defendeu a necessidade de mudança de rumos tanto no Brasil quanto na França. Segundo ele, os dois países deveriam eleger “novos presidentes” no próximo ciclo eleitoral. Ao criticar Emmanuel Macron, o senador afirmou que a França “não aguenta mais um governo de extrema incompetência” e que o Brasil não suportaria outro mandato “de extrema-esquerda”.

Ele acusou o presidente francês de visitar o Brasil “apenas para tirar fotos abraçando árvores na Amazônia” e disse que as críticas ambientais de Macron se intensificaram durante o governo Bolsonaro. O líder francês esteve no Brasil em 2024 e participou da COP30, em Belém, onde tratou de cooperação ambiental com o atual governo brasileiro.

Questionado sobre política internacional, Flávio comentou a retirada do nome de Alexandre de Moraes de uma lista de possíveis sanções da Lei Magnitsky pelo presidente Donald Trump. Para o senador, a decisão reflete a importância estratégica do Brasil no cenário geopolítico global.

Flávio também avaliou positivamente o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, classificando-o como um “passo adiante importante” e afirmando que o pacto não teria impacto relevante sobre produtores rurais franceses.

Nos últimos dias, o senador esteve em Israel e atualmente cumpre agenda na Europa, onde participa de encontros com lideranças da direita continental.

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