Flávio Bolsonaro indica Daniella Marques para eventual equipe ministerial
Candidata a integrar o primeiro escalão, ex-presidente da Caixa coordena núcleo econômico da campanha e participa da elaboração das propostas
Por: Redação
25/08/2026 às 10:34

Foto: Divugação
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que Daniella Marques, responsável pela coordenação de seu núcleo econômico, poderá ocupar um ministério em um eventual governo. A indicação foi feita nesta segunda-feira (24), durante o evento TOP 30 – As Melhores Empresas do Brasil 2026, promovido pela revista Veja, em São Paulo.
Ao apresentar as características que pretende buscar para sua equipe, Flávio defendeu a escolha de profissionais técnicos e preparados para a administração pública. A declaração representou a primeira indicação direta de que Daniella poderá fazer parte do primeiro escalão.
Daniella participa da formulação econômica
Daniella Marques foi presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Jair Bolsonaro e integrou a equipe do então ministro da Economia, Paulo Guedes.
Na atual campanha presidencial, ela coordena o núcleo econômico de Flávio, participa da elaboração das propostas e auxilia na organização do grupo de especialistas responsável pelo programa de governo.
Durante o evento, o candidato afirmou que pretende formar uma equipe composta por homens e mulheres considerados competentes e comprometidos com a administração dos recursos públicos.
Candidato promete reduzir despesas públicas
Flávio também apresentou propostas para a área fiscal e afirmou que pretende promover um “tesouraço” nos gastos públicos.
O candidato criticou a política econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva e defendeu uma estratégia baseada em redução de impostos, combate à corrupção e diminuição da estrutura da máquina pública.
Outra proposta citada foi a criação de um data center soberano com inteligência artificial, destinado a acompanhar a utilização dos recursos públicos e identificar possíveis desperdícios.
Flávio também relacionou o desequilíbrio das contas públicas ao custo dos juros da dívida. Segundo ele, o governo desembolsa cerca de R$ 4 bilhões por dia em juros, recursos que, em sua avaliação, poderiam ser direcionados para áreas como a construção de creches.
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