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Investigada na CPMI do INSS, amiga de Lulinha cobra proteção e diz que “não cairá sozinha”

Investigada na CPMI do INSS, amiga de Lulinha cobra proteção e diz que “não cairá sozinha”

Lobista Roberta Luchsinger teria enviado recado ao entorno do presidente Lula em meio a investigações sobre fraudes no sistema previdenciário, afirma revista

Por: Redação

06/03/2026 às 14:22

Imagem de Investigada na CPMI do INSS, amiga de Lulinha cobra proteção e diz que “não cairá sozinha”

Foto: Reprodução/Instagram

A empresária e lobista Roberta Moreira Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria enviado um recado ao entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrando proteção política em meio às investigações sobre um suposto esquema de fraudes no INSS.

Segundo informações divulgadas pela revista Veja, um emissário da empresária procurou um auxiliar do presidente e transmitiu um aviso direto: ela “não aceitará ser abandonada” e “não cairá sozinha” caso as investigações avancem.

De acordo com a publicação, Luchsinger estaria “desesperada” e em busca de proteção enquanto cresce a pressão política e judicial sobre o caso investigado pela CPMI do INSS.

 

Investigação sobre fraudes no INSS

Roberta Luchsinger é investigada por suspeita de participação em um esquema de desvios no sistema previdenciário. Em dezembro de 2025, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em um endereço ligado à empresária no bairro Higienópolis, em São Paulo.

Segundo os investigadores, a lobista integraria o chamado núcleo político do grupo ligado ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A suspeita é que ela teria atuado na movimentação financeira e na gestão de empresas usadas para ocultar patrimônio relacionado ao esquema.

 

Nome de Lulinha aparece nas investigações

Os autos da investigação citam Lulinha ao menos três vezes, segundo a Polícia Federal. Um ex-sócio de Antunes afirmou que o filho do presidente teria sido parceiro de Luchsinger em um projeto de cannabis medicinal e que teria recebido R$ 25 milhões por um negócio envolvendo kits de dengue, além de uma suposta mesada de R$ 300 mil.

Além disso, investigadores identificaram emissão de passagens aéreas com o mesmo localizador para Lulinha e Luchsinger, o que, segundo a PF, reforça a ligação entre os dois.

 

Disputa judicial sobre quebra de sigilo

A investigação ganhou novo capítulo após decisões divergentes no Supremo Tribunal Federal. O ministro André Mendonça havia autorizado o acesso a dados relacionados à lobista, enquanto o ministro Flávio Dino suspendeu posteriormente a quebra de sigilo solicitada pela CPMI do INSS.

A disputa jurídica ocorre enquanto a comissão parlamentar continua investigando possíveis irregularidades envolvendo recursos do sistema previdenciário e suas conexões políticas.

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