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Justiça manda Google fornecer dados ligados a ataques contra Flávio Bolsonaro nas redes sociais'
Justiça manda Google fornecer dados ligados a ataques contra Flávio Bolsonaro nas redes sociais'
Senador acionou a Justiça após publicações associarem seu nome ao Comando Vermelho e à morte de policiais
Por: Redação
18/05/2026 às 17:33

Foto: Gustavo Minas
A 21ª Vara Cível de Brasília determinou que o Google forneça dados cadastrais relacionados a três e-mails supostamente utilizados em ataques contra o senador Flávio Bolsonaro nas redes sociais.
A medida atende a pedido apresentado pela defesa do parlamentar, que acionou a Justiça após publicações feitas em março de 2026 no Instagram associarem Flávio Bolsonaro à facção criminosa Comando Vermelho.
As postagens mostravam uma imagem do senador ao lado do ex-deputado Rodrigo Bacellar, preso sob acusação de vazamento de informações ao Comando Vermelho. A legenda da publicação afirmava que “Flávio Bolsonaro está envolvido com a morte de policiais”.
Na ação, os advogados do senador alegaram que as acusações são falsas e sem qualquer respaldo em investigações ou provas. Segundo a defesa, Flávio Bolsonaro não possui ligação com o Comando Vermelho nem com crimes contra policiais.
Além da identificação dos responsáveis, o senador pediu à Justiça a remoção imediata do conteúdo publicado e de eventuais compartilhamentos ou reproduções nas plataformas digitais, sob pena de multa diária de R$ 20 mil.
Em decisão anterior, assinada em 6 de abril de 2026, a Justiça já havia determinado que o Facebook, controlador do Instagram, removesse as postagens e apresentasse dados cadastrais dos perfis apontados como autores da publicação.
Com as informações inicialmente fornecidas, a defesa identificou possíveis responsáveis pelas contas, mas afirmou que os elementos obtidos ainda não seriam suficientes para confirmar a autoria das postagens.
Diante disso, os advogados solicitaram nova medida judicial para obrigar o Google a apresentar dados complementares vinculados aos e-mails investigados, incluindo nome completo, CPF, endereço, telefone, e-mails de recuperação e registros de IP utilizados pelos usuários.
A decisão direcionada ao Google foi assinada em 5 de maio e a empresa foi oficialmente notificada no último dia 12.
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