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Ministro de Lula defende volta do financiamento privado de campanhas eleitorais

Ministro de Lula defende volta do financiamento privado de campanhas eleitorais

Silvio Costa Filho afirma que medida traria mais equilíbrio e transparência ao processo político brasileiro

Por: Redação

22/10/2025 às 08:05

Imagem de Ministro de Lula defende volta do financiamento privado de campanhas eleitorais

Foto: Divulgação

O ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho defendeu nesta terça-feira (21) a retomada do financiamento privado de campanhas eleitorais no Brasil. Durante encontro com empresários, executivos e advogados em São Paulo, o ministro afirmou que o debate sobre o tema precisa ser feito “urgentemente”

“Acho que a gente deveria retomar o financiamento privado no processo eleitoral do Brasil. Naturalmente dentro de um limite, de maneira proba e transparente. Dessa forma, o setor produtivo pode contribuir ainda mais com o processo político e com o fortalecimento da democracia”, declarou Costa Filho.

 

Críticas ao modelo atual de financiamento público

Segundo o ministro, o atual sistema — baseado quase exclusivamente em recursos públicos — concentra poder nas mãos dos presidentes de partidos e estimula práticas ilícitas de bastidores. Hoje, o fundo eleitoral soma cerca de R$ 5 bilhões por eleição. Costa Filho defende congelar esse montante e permitir a participação privada sob regras claras

O financiamento empresarial foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal em 2015, no contexto das denúncias reveladas pela Operação Lava Jato. À época, a decisão buscou coibir abusos e esquemas de corrupção envolvendo grandes empreiteiras e partidos políticos.

 

Tema volta ao debate político

Quase dez anos após a proibição, o assunto voltou ao centro das discussões em Brasília. Parlamentares de diferentes partidos, inclusive aliados do governo, já manifestaram apoio a um modelo misto de financiamento.

Costa Filho afirmou ainda que tem articulado com lideranças do Congresso, incluindo Hugo Motta e Davi Alcolumbre, uma reforma política mais ampla, que também prevê a unificação das eleições em ciclos de cinco anos

O evento contou com a presença de representantes de grandes grupos econômicos — como Cosan, Odebrecht, J&F, Eldorado Celulose e XP Infrastructure — além de autoridades do setor portuário e aeroportuário. O encontro foi organizado pelo Grupo Prerrogativas, próximo ao governo federal.

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