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PF e PGR passam a atuar juntas em delações da Farra do INSS após impasse com Camisotti
PF e PGR passam a atuar juntas em delações da Farra do INSS após impasse com Camisotti
Órgãos querem evitar nulidades em acordos de colaboração ligados ao esquema de fraudes no instituto
Por: Redação
07/05/2026 às 08:51

Foto: Divulgação
A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República passaram a atuar em conjunto na análise de delações premiadas relacionadas ao inquérito da chamada Farra do Instituto Nacional do Seguro Social.
A mudança ocorreu após impasses envolvendo o acordo de colaboração do empresário Maurício Camisotti.
Segundo as investigações, o acordo inicialmente firmado apenas entre a PF e Camisotti não teria validade jurídica suficiente para homologação no Supremo Tribunal Federal e precisaria ser refeito antes de eventual análise pelo ministro André Mendonça.
Camisotti já havia confessado irregularidades em depoimentos prestados à Polícia Federal, mas a PGR identificou inconsistências no material apresentado. Com a concordância da PF, as negociações foram retomadas.
A partir desse episódio, investigadores e integrantes do Ministério Público decidiram ampliar a atuação conjunta para evitar futuras nulidades em acordos de colaboração.
Atualmente, PF e PGR analisam também propostas apresentadas pelo ex-procurador-geral do INSS Virgilio de Oliveira Filho e pelo ex-diretor de benefícios André Fidelis.
Segundo apuração, ambos já entregaram anexos contendo confissões relacionadas à prática de crimes investigados no esquema.
O modelo de atuação conjunta segue padrão semelhante ao adotado nas investigações envolvendo o Banco Master.
No caso do banco, a PF e a PGR também analisam em conjunto a proposta de delação apresentada pelo empresário Daniel Vorcaro.
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