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PF suspeita que Lulinha deixou o Brasil para escapar de investigação

PF suspeita que Lulinha deixou o Brasil para escapar de investigação

Relatório aponta indícios de evasão enquanto escândalo do INSS se aprofunda e pressiona governo Lula

Por: Redação

17/03/2026 às 10:28

Imagem de PF suspeita que Lulinha deixou o Brasil para escapar de investigação

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um relatório sigiloso da Polícia Federal (PF) levanta suspeitas de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria se mudado para a Espanha como estratégia para evitar o avanço das investigações da Operação Sem Desconto, que apura fraudes bilionárias no INSS.

De acordo com os investigadores, a saída do país sem previsão de retorno indica uma possível tentativa de evasão diante do cerco das autoridades. A análise serviu de base para a quebra de sigilo bancário do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A apuração tem como foco a relação de Lulinha com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como peça central no esquema de descontos indevidos em aposentadorias.

Segundo a PF, o operador teria financiado viagens internacionais de Lulinha, incluindo uma agenda em Portugal no fim de 2024. O objetivo, de acordo com os investigadores, seria viabilizar negócios ligados à empresa World Cannabis — suspeita de funcionar como fachada para lavagem de dinheiro desviado da Previdência.

A defesa de Lulinha reconheceu a relação com o investigado, mas afirmou que os encontros foram “esporádicos” e de caráter social. Também alegou que a mudança para a Europa já estava planejada antes da operação vir à tona.

Os advogados sustentam ainda que o interesse no mercado de canabidiol seria pessoal, relacionado a questões familiares, e negam qualquer conhecimento sobre origem ilícita de recursos.

Apesar das explicações, a Polícia Federal afirma ter reunido elementos que colocam em dúvida essa versão. Documentos apreendidos indicam encontros presenciais em Brasília, e um ex-funcionário do esquema relatou o pagamento de uma mesada de R$ 300 mil ao filho do presidente.

Embora ainda não haja comprovação direta de transferências bancárias, os investigadores trabalham com a hipótese de que recursos desviados de aposentados tenham sido direcionados para operações no exterior.

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