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CPMI do INSS pressiona Dataprev por falhas

CPMI do INSS pressiona Dataprev por falhas

Depoimento do presidente da estatal busca esclarecer vulnerabilidades que podem ter facilitado fraudes em larga escala

Por: Redação

23/03/2026 às 10:25

Imagem de CPMI do INSS pressiona Dataprev por falhas

Foto: Reprodução

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS ouve nesta semana o presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz D'Avila Assumpção, em meio ao avanço das investigações sobre falhas estruturais nos sistemas da Previdência Social.

O depoimento é considerado peça-chave para esclarecer problemas de instabilidade, vulnerabilidades de segurança e possíveis brechas que teriam permitido fraudes em benefícios previdenciários, especialmente por meio da plataforma Meu INSS.

Parlamentares apontam que a estatal ocupa papel central na operação do sistema previdenciário e que falhas tecnológicas podem ter contribuído diretamente para irregularidades. Um dos pontos mais graves levantados foi o vazamento de mais de 400 senhas internas, identificado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o que ampliou o risco de acessos indevidos a dados sensíveis.

Além disso, dados apresentados à comissão indicam que os sistemas do INSS ficaram fora do ar por 1.466 horas entre agosto de 2023 e dezembro de 2024 — o equivalente a mais de dois meses de paralisação, evidenciando falhas operacionais recorrentes.

Outro ponto crítico destacado pelos parlamentares foi a manutenção de sistemas antigos e considerados vulneráveis para o cadastro de descontos associativos, mesmo com a existência de soluções mais modernas. Segundo integrantes da CPMI, essa escolha teria facilitado a atuação de fraudadores.

O presidente da comissão, Carlos Viana, afirmou que as falhas de governança e segurança digital tiveram impacto direto sobre milhões de brasileiros, levantando dúvidas sobre a eficiência da gestão pública no setor.

A sessão também foi marcada pela ausência da influenciadora Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, que não foi localizada para depor. Diante disso, a CPMI avalia medidas mais duras, como a possibilidade de condução coercitiva.

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