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Filho de chefão do Comando Vermelho desafia polícia após operação no RJ

Filho de chefão do Comando Vermelho desafia polícia após operação no RJ

Rapper Oruam, filho de Marcinho VP, reagiu com insultos e ameaças a uma operação da Polícia Civil; agentes foram atacados e um foi ferido durante abordagem no Joá

Por: Redação

22/07/2025 às 08:41

Imagem de Filho de chefão do Comando Vermelho desafia polícia após operação no RJ

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) na noite desta segunda-feira (21) resultou em confronto, ameaças e tumulto em uma residência no bairro do Joá, Zona Oeste da capital fluminense. O rapper Mauro Davi Nepomuceno, conhecido como Oruam, usou suas redes sociais para denunciar a ação policial, atacar os agentes e desafiar as autoridades, citando inclusive sua relação com uma das lideranças do crime organizado no Brasil.

Oruam, que é filho de Márcio Nepomuceno dos Santos, o “Marcinho VP” — apontado como membro da cúpula do Comando Vermelho — alegou que sua casa havia sido cercada por mais de 20 viaturas da polícia e convocou “amigos de moto” para irem ao local. Em vídeos publicados, o cantor protestou contra a abordagem dizendo: “Tudo que eu conquistei foi com a minha música. Vai tomar no c*!”

Durante a operação, agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam um suspeito de ser segurança do traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, identificado como um dos principais roubadores de veículos do estado. Segundo a PCERJ, o alvo estava na residência de Oruam, que reagiu de forma hostil à ação.

De acordo com a corporação, após o anúncio da apreensão do suspeito, o rapper e outros oito indivíduos surgiram na varanda da casa e começaram a atirar pedras contra os policiais, ferindo um dos agentes. “Tais elementos desceram e continuaram proferindo insultos e ameaças contra a equipe. Um deles, inclusive, citando ser filho de Marcinho VP, como forma de intimidação”, informou a polícia.

A confusão aumentou quando um dos suspeitos correu para o interior do imóvel, obrigando os policiais a entrar para efetuar a prisão. O homem foi autuado em flagrante por diversos crimes, incluindo desacato, lesão corporal, resistência qualificada, ameaça, dano e associação para o tráfico.

Nas redes sociais, Oruam prosseguiu com os ataques:

“Quero ver me pegar aqui na Penha. Vocês querem que eu vire bandido, que eu me revolte, né? Vem me pegar aqui agora!”, disse em tom de afronta.
Em outro vídeo, completou: “Eu sou filho do Marcinho, seus filhos da p*!”

A Polícia Civil ressaltou que esta é a segunda vez em menos de seis meses que um integrante de facção criminosa é encontrado no mesmo imóvel ligado ao rapper.

O caso levanta novamente o debate sobre a relação entre figuras públicas e o crime organizado no Rio de Janeiro, bem como os limites da atuação policial diante da tentativa de intimidação por parte de parentes de chefes do tráfico. Apesar das declarações de Oruam, a PCERJ afirma que a operação foi baseada em informações de inteligência e seguiu os protocolos legais.

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