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Investigado na fraude do INSS pede investigação sobre vazamento de dados ao STF

Investigado na fraude do INSS pede investigação sobre vazamento de dados ao STF

Defesa de empresário citado como sócio oculto do “Careca do INSS” solicita apuração da Polícia Federal

Por: Redação

14/03/2026 às 10:22

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Foto: Divulgação

A defesa do empresário Tiago Schettini Batista, apontado pela Polícia Federal como sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a abertura de investigação sobre um suposto vazamento de informações sigilosas do inquérito.

O pedido foi apresentado após a divulgação de reportagens que trouxeram detalhes das investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Na petição enviada ao STF, a advogada Laura de Azevedo Marques argumenta que a divulgação de informações sigilosas estaria expondo os investigados antes de qualquer condenação judicial.

“Tal dinâmica, infelizmente recorrente, expõe os investigados, em claro desrespeito à garantia da presunção de inocência, a um autêntico linchamento público capaz de macular sua honra e comprometer sua integridade psicológica de forma muitas vezes irreversível”, afirmou a defesa no documento.

Como exemplo, os advogados citaram decisão anterior do próprio ministro André Mendonça que determinou a abertura de investigação para apurar o vazamento de mensagens obtidas a partir de celulares do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo as investigações, Tiago Schettini Batista seria um dos controladores da empresa CBPA e atuaria como parceiro oculto de Antonio Carlos Camilo Antunes no esquema investigado pela Polícia Federal.

Reportagens recentes indicam que o empresário está nos Estados Unidos desde dezembro, o que teria impedido sua prisão até o momento.

As publicações também revelaram mensagens que, segundo a investigação, indicariam movimentações de Schettini para tentar se proteger das apurações conduzidas pelas autoridades.

A decisão sobre o pedido da defesa caberá ao ministro André Mendonça, relator de processos relacionados à investigação no Supremo Tribunal Federal.

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