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MP denuncia filho de Popó por suspeita de aliciamento e manipulação de jogos do Brasileirão

MP denuncia filho de Popó por suspeita de aliciamento e manipulação de jogos do Brasileirão

Empresário é acusado de tentar cooptar atletas das Séries A, B e C em esquema ligado a apostas esportivas

Por: Redação

07/02/2026 às 09:29

Imagem de MP denuncia filho de Popó por suspeita de aliciamento e manipulação de jogos do Brasileirão

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o empresário Igor Gutierrez Freitas, filho do ex-boxeador Acelino Freitas, por suspeita de aliciamento de jogadores para manipular partidas do Campeonato Brasileiro. A acusação também envolve Rodrigo Rossi, apontado como sócio de Freitas, e Raphael Ribeiro, que teriam atuado em conjunto no esquema.

De acordo com a denúncia, Igor Freitas abordava atletas das três principais divisões do futebol nacional por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. Nas conversas, ele se apresentava como filho de Popó e dizia ter acesso direto a grandes empresas do mercado, oferecendo oportunidades ligadas a patrocínios e projetos estratégicos — estratégia que, segundo o MP, era utilizada para ganhar credibilidade antes das propostas ilícitas.

As investigações indicam que o grupo atuava principalmente em esquemas associados a apostas esportivas, com tentativas de cooptação de jogadores para influenciar resultados específicos, como cartões amarelos ou desempenhos previamente combinados. Entre os casos citados no processo está o contato com um atleta do Mirassol, que teria recusado a proposta.

Os três denunciados foram alvos da Operação Derby, deflagrada em setembro de 2025, após suspeitas de oferta de R$ 15 mil a jogadores do Londrina para manipular uma partida da Série C contra o Maringá. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cidades da Bahia e de Santa Catarina, ampliando o alcance da investigação.

O MP enquadrou os acusados por associação criminosa e corrupção no âmbito desportivo, crimes cujas penas podem variar de dois a seis anos de prisão, além de multa. O órgão também solicitou o pagamento de R$ 150 mil a título de dano moral coletivo, como forma de reparação por prejuízos à credibilidade e à integridade das competições esportivas.

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