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Pesquisas internas animam aliados de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial
Pesquisas internas animam aliados de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial
Levantamentos contratados pela campanha indicariam redução da vantagem de Lula e cenário de empate técnico dentro da margem de erroPesquisas internas animam aliados de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial
Por: Redação
23/06/2026 às 19:04

Foto: Reprodução
Aliados do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliam de forma positiva os resultados das pesquisas internas encomendadas pela campanha para acompanhar a disputa eleitoral de 2026.
Segundo lideranças do PL, os levantamentos apontam uma redução da diferença entre Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal nome cotado para representar o campo governista na próxima eleição presidencial.
De acordo com integrantes da legenda, Lula ainda aparece numericamente à frente nas pesquisas internas, mas a distância entre os dois teria diminuído a ponto de configurar empate técnico dentro da margem de erro.
Os dirigentes afirmam que a diferença registrada nos levantamentos reservados é menor do que a observada nas pesquisas divulgadas publicamente.
No mais recente levantamento do Datafolha, divulgado no último fim de semana, Lula apareceu com 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 43%.
Integrantes do partido relatam que os números foram recebidos com otimismo pelo senador, que vinha enfrentando desgaste político após a divulgação de mensagens e áudios que revelaram sua proximidade com o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.
Nos bastidores do PL, a expectativa é de que os desdobramentos recentes da investigação sobre o caso, especialmente após a operação da Polícia Federal que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), possam reduzir o impacto político do episódio sobre a pré-candidatura de Flávio.
Para acompanhar a evolução do cenário eleitoral, a campanha do senador contratou o Instituto Ibespe para realizar pesquisas periódicas de acompanhamento, conhecidas no meio político como trackings.
O primeiro levantamento foi entregue nos últimos dias. Os números detalhados permanecem restritos à coordenação da campanha.
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