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Ramagem critica decisão de Moraes que proibiu visita de assessor de Trump a Bolsonaro
Ramagem critica decisão de Moraes que proibiu visita de assessor de Trump a Bolsonaro
Ex-deputado ironiza impacto diplomático da medida e afirma que processo contra o ex-presidente está “cheio de nulidades”
Por: Redação
12/03/2026 às 22:07

Foto: Gustavo Moreno/STF
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL) reagiu à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que proibiu a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado do governo de Donald Trump, ao ex-presidente Jair Bolsonaro na unidade prisional conhecida como “Papudinha”, em Brasília.
Em publicação feita nesta quinta-feira (12) na rede social X, Ramagem ironizou a decisão do ministro e afirmou que a medida seria “ótima para a relação diplomática do Brasil com os Estados Unidos”.
O ex-parlamentar também voltou a criticar o processo conduzido pelo STF que resultou na condenação de Bolsonaro. Segundo ele, o julgamento realizado pela Primeira Turma da Corte estaria “cheio de nulidades”.
Ramagem comparou ainda a situação do ex-presidente com a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o período em que o petista esteve preso em Curitiba. De acordo com o ex-deputado, Lula recebeu visitas de diversas autoridades enquanto cumpria pena.
“Essa grave ilicitude apontada pelo chanceler é mais um factoide de ataques ao Estado Democrático, à soberania e, lógico, ao STF. Parabéns ao governo Lula e ao STF, unidos na errática diplomacia, redução de prestígio e desastrosa perda de influência do Brasil no cenário mundial”, escreveu Ramagem.
A proibição da visita ocorreu após Moraes reformar uma decisão anterior que havia autorizado o encontro entre Beattie e Bolsonaro.
A mudança ocorreu depois que o Ministério das Relações Exteriores informou ao Supremo que o assessor do governo norte-americano não possui agenda diplomática oficial no Brasil. Segundo o Itamaraty, o visto concedido ao representante do governo Trump foi solicitado para um compromisso privado.
Com isso, o ministro decidiu impedir a visita do diplomata ao ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
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