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Toffoli, filha e ex-mulher acumulam patrimônio imobiliário estimado em R$ 26 milhões
Toffoli, filha e ex-mulher acumulam patrimônio imobiliário estimado em R$ 26 milhões
Aquisições no Noroeste e no Lago Norte chamam atenção por valores declarados abaixo do mercado e cláusulas de usufruto vitalício
Por: Redação
12/02/2026 às 14:31

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ao longo dos últimos anos, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e integrantes de seu núcleo familiar ampliaram seu patrimônio imobiliário no Distrito Federal, com aquisições concentradas em regiões de alto padrão da capital.
A compra mais recente envolve um apartamento de 154 metros quadrados no Setor Noroeste — bairro com o metro quadrado mais valorizado do DF. O imóvel foi adquirido em fevereiro pela filha do ministro, Pietra Ortega Toffoli, por R$ 2,5 milhões. A escritura não menciona alienação fiduciária ou financiamento bancário, o que indica pagamento à vista.
Atualmente com 25 anos, Pietra ingressou no curso de Odontologia da Universidade de Brasília (UnB) em 2018.
Procurado, Toffoli informou por meio de sua assessoria que “todas as receitas e patrimônios do ministro estão devidamente declarados e aprovados em suas declarações anuais à Receita Federal do Brasil”.
Outro imóvel vinculado ao ministro foi adquirido em abril de 2024: um apartamento de 47 metros quadrados também no Noroeste. Corretores consultados avaliaram a unidade em cerca de R$ 600 mil. No entanto, o valor declarado na escritura foi de R$ 183 mil — montante significativamente inferior às estimativas de mercado para a região.
O documento de compra prevê que os antigos proprietários concedem o direito de “usufruto vitalício” do imóvel a uma mulher de 50 anos identificada como empregada doméstica.
Situação semelhante ocorreu em maio de 2022, quando Toffoli comprou uma quitinete de 31 metros quadrados no Lago Norte. O valor declarado foi de R$ 79,5 mil, embora, à época, o imóvel fosse avaliado entre R$ 240 mil e R$ 250 mil. Atualmente, corretores estimam que a propriedade esteja próxima de R$ 350 mil.
Nesse caso, a escritura também transfere o “usufruto vitalício” a outra mulher, de 54 anos, igualmente identificada como empregada doméstica.
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