Bukele lidera ranking de aprovação entre presidentes da América Latina
Presidente de El Salvador alcança 72,6% de apoio popular e supera líderes como Claudia Sheinbaum e Javier Milei
Por: Redação
21/02/2026 às 11:00

Foto: Alex Peña/Getty Images
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, lidera o ranking de aprovação entre chefes de Estado da América Latina, segundo levantamento da CB Consultora Opinión Pública realizado entre 10 e 15 de fevereiro.
De acordo com os dados, Bukele atingiu 72,6% de aprovação popular, enquanto sua desaprovação ficou em 24,8%. O desempenho mantém o salvadorenho na dianteira regional, mesmo em meio a críticas recentes sobre decisões econômicas.
Debate econômico e relação com o FMI
A pesquisa aponta que, apesar das controvérsias envolvendo a adoção do bitcoin como moeda legal e o adiamento de reformas no sistema previdenciário, 43,6% dos entrevistados classificaram o governo como “muito bom”, enquanto apenas 6,4% o avaliaram como “muito ruim”.
Especialistas ouvidos pela Bloomberg alertaram que a relação entre El Salvador e o Fundo Monetário Internacional (FMI) pode se deteriorar diante dessas medidas, especialmente pela manutenção do bitcoin como instrumento oficial de política econômica.
Os mais bem avaliados
Na segunda posição aparece Claudia Sheinbaum, com 68,5% de aprovação e 29,9% de rejeição. Em terceiro lugar está Daniel Ortega, com 62,1% de apoio e 35,1% de desaprovação.
Completam o grupo dos cinco mais bem avaliados Luis Abinader, com 54,8%, e Rodrigo Chaves, com 53,2%.
Brasil e Argentina no ranking
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 49,2% de aprovação e 47,5% de rejeição, enquanto Javier Milei registra 46,8% de apoio — número inferior ao observado em dezembro, quando liderava a avaliação sul-americana.
Entre os piores índices de aprovação figuram Gustavo Petro (38,3%), Daniel Noboa (36,8%) e Bernardo Arévalo (34,9%). Na parte inferior do ranking estão José Raúl Mulino, com 31,6%, e Delcy Rodríguez, com 23,7% de aprovação.
O levantamento ouviu 22.487 pessoas em toda a região, com amostras que variaram entre 2.004 e 2.630 entrevistados por país. A margem de erro oscila entre 1,9% e 2,2%, com nível de confiança de 95%.
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