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Empresa ligada a Toffoli declara capital de R$ 150, diz jornal

Empresa ligada a Toffoli declara capital de R$ 150, diz jornal

Ministro confirma participação societária e afirma que valores recebidos foram declarados à Receita

Por: Redação

13/02/2026 às 09:39

Imagem de Empresa ligada a Toffoli declara capital de R$ 150, diz jornal

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli confirmou ser sócio da empresa Maridt Participações S.A., companhia que, segundo registros oficiais, possui capital social declarado de apenas R$ 150 e está registrada em um imóvel residencial em Marília (SP).

De acordo com reportagem do Metrópoles publicada nesta quinta-feira (12), a empresa funciona formalmente em uma casa que pertence ao engenheiro José Eugênio Dias Toffoli, irmão do magistrado. Moradores do endereço relataram desconhecer qualquer atividade empresarial no local.

 

Capital simbólico e participação em resort

Segundo dados da Receita Federal mencionados na reportagem, a Maridt tem capital social de R$ 150, apesar de ter figurado como participante do grupo ligado ao empreendimento Tayayá Resort. Os registros formais indicam que os administradores da empresa são irmãos do ministro.

Em nota oficial, Toffoli declarou que integra o quadro societário da empresa, mas que a administração é exercida por familiares. O ministro afirmou que a origem dos valores recebidos é lícita e que todos os rendimentos foram devidamente informados à Receita Federal.

A manifestação também invoca a Lei Orgânica da Magistratura (Loman), segundo a qual magistrados podem integrar o quadro societário de empresas e receber dividendos, desde que não exerçam atos de gestão.

 

Contexto: caso Banco Master

A revelação ocorre em meio às investigações relacionadas ao Banco Master, nas quais o nome de Toffoli passou a ser citado após a apreensão de mensagens envolvendo o empresário Daniel Vorcaro.

Conforme relatado na publicação, fontes da Polícia Federal confirmaram que o gabinete do presidente do STF, Edson Fachin, recebeu documento classificado como “informação de polícia judiciária”, detalhando trocas de mensagens relacionadas ao caso.

Interlocutores ouvidos pela reportagem sustentam que os elementos reunidos teriam contribuído para o afastamento de Toffoli da relatoria do processo envolvendo o Banco Master no Supremo.

O ministro, por sua vez, reiterou que sua participação societária está regular e que não há irregularidade nos pagamentos recebidos.

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